Quem Somos
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária – Bioagro é um órgão vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal de Viçosa, cuja missão é promover o avanço científico, tecnológico e inovador da biotecnologia aplicada à agropecuária, contribuindo de forma direta para o desenvolvimento sustentável, a segurança alimentar e o fortalecimento do sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação. O Instituto atua de maneira integrada nas áreas de pesquisa, ensino, extensão e prestação de serviços especializados, mantendo forte compromisso com a qualidade, a ética e a relevância social do conhecimento produzido.
Pioneiro no Brasil, o Bioagro consolidou-se como um Instituto de pesquisa de caráter multiusuário e multidisciplinar, antecipando modelos hoje amplamente reconhecidos como estratégicos para as necessidades da pesquisa e ciência contemporâneas. Desde sua criação, destaca-se pela capacidade de articular diferentes áreas do conhecimento, reunir infraestrutura avançada e fomentar a cooperação entre grupos de pesquisa, instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, posicionando-se na vanguarda da inovação científica e tecnológica no país.
O Bioagro também afirma-se como um ambiente de formação qualificada de recursos humanos, tendo contribuído decisivamente para a capacitação de profissionais altamente especializados em biotecnologia e áreas correlatas. Seus egressos ocupam posições de destaque em universidades, centros de pesquisa, empresas e órgãos públicos no Brasil e no exterior, refletindo a solidez acadêmica, a excelência científica e o impacto institucional do Bioagro na formação de lideranças científicas e tecnológicas. Essa trajetória reafirma o Instituto como referência nacional e internacional em inovação, pesquisa aplicada e formação de talentos.
O Bioagro não é apenas um centro multiusuário é um ambiente marcante para a formação de recursos humanos.
Nossos Números
Manter e aprimorar a infraestrutura de laboratórios e facilidades destinadas à pesquisa em biotecnologia aplicada à agropecuária.
Coordenar a formação e capacitação técnico-científica de recursos humanos, por meio do treinamento de estudantes de graduação e pós-graduação (iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado), vinculados a diversos Programas de Pós-Graduação da UFV e externos.
Promover cursos de curta duração, seminários, workshops e simpósios para atualização e divulgação científica.
Coordenar e apoiar a execução de projetos de pesquisa financiados por agências nacionais e internacionais.
Proporcionar suporte técnico e administrativo para atividades de capacitação de pessoal de outras instituições, estimulando o intercâmbio científico, a realização de estágios em laboratórios especializados no exterior e a visita de consultores estrangeiros.
Fomentar e fortalecer parcerias estratégicas entre Universidade e Empresa.
Departamentos Envolvidos
- DBA – Departamento de Biologia Animal
- DBG – Departamento de Biologia Geral
- DBV – Departamento de Biologia Vegetal
- DBB – Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular
- DEE – Departamento de Entomologia
- DEF – Departamento de Engenharia Florestal
- DET – Departamento de Estatística
- DFP – Departamento de Fitopatologia
- DAA – Departamento de Agronomia
- DMB – Departamento de Microbiologia
- DPI – Departamento de Informática
- DTA – Departamento de Tecnologia de Alimentos
- DVT – Departamento de Veterinária
- DZO – Departamento de Zootecnia
Programas de Pós-graduação
- DBA – Departamento de Biologia Animal
- DBG – Departamento de Biologia Geral
- DBV – Departamento de Biologia Vegetal
- DBB – Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular
- DEE – Departamento de Entomologia
- DEF – Departamento de Engenharia Florestal
- DET – Departamento de Estatística
- DFP – Departamento de Fitopatologia
- DAA – Departamento de Agronomia
- DMB – Departamento de Microbiologia
- DPI – Departamento de Informática
- DTA – Departamento de Tecnologia de Alimentos
- DVT – Departamento de Veterinária
- DZO – Departamento de Zootecnia
Programa de Melhoramento Genético
da Qualidade da Soja (PMQS)
O Programa de Melhoramento Genético da Qualidade da Soja (PMQS), desenvolvido no Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), completa 40 anos em 2026, consolidando-se como uma das iniciativas pioneiras em biotecnologia vegetal no Brasil.
Criado em 1986 no Departamento de Química da UFV por iniciativa do professor Maurílio Alves Moreira (in memoriam), o programa teve como foco inicial a eliminação genética das enzimas lipoxigenases responsáveis pelo sabor característico indesejável da soja (beany flavor), ampliando significativamente a aceitabilidade dos produtos derivados do grão. Desde sua origem, o PMQS caracteriza-se por sua abordagem interdisciplinar, integrando áreas como bioquímica, biologia molecular, genética, melhoramento vegetal, fisiologia de plantas e tecnologia de alimentos.
O fortalecimento do programa esteve diretamente associado à criação do Bioagro, cuja implantação teve início em 1988 com apoio da UFV e financiamento da Finep, com inauguração das instalações em 1992. A partir desse marco, o PMQS passou a atuar de forma estruturada no desenvolvimento de cultivares voltadas à agroindústria, especialmente para o setor alimentício, utilizando ferramentas modernas de biotecnologia, como marcadores moleculares.
Ao longo das décadas, o PMQS expandiu suas linhas de pesquisa, incorporando características como alto teor proteico, modificação do perfil de ácidos graxos (redução do ácido linolênico e aumento do ácido oleico) e redução de açúcares antinutricionais, como rafinose e estaquiose. Essas inovações resultaram na formação de um valioso banco de germoplasma e no registro de diversas cultivares comerciais.
O programa tem desempenhado papel fundamental na formação de recursos humanos, contribuindo para dezenas de dissertações de mestrado e teses de doutorado em diferentes programas de pós-graduação da UFV. Além disso, mantém parcerias estratégicas com instituições públicas e empresas privadas, assegurando a transferência de tecnologia e a aplicação prática dos resultados.
Entre os principais parceiros destacam-se Embrapa Soja, Caramuru Alimentos S.A., cooperativas agrícolas e empresas do setor de sementes. Como resultados recentes, foram registradas variedades de soja com alto teor proteico destinadas às regiões de Goiás e Mato Grosso, ampliando o impacto econômico e tecnológico do programa.
Para 2026, após a conclusão dos ensaios de Valor de Cultivo e Uso (VCU), novas cultivares com elevado potencial produtivo estão previstas para registro, proteção e comercialização, reafirmando o compromisso do PMQS com a inovação e o desenvolvimento sustentável da agroindústria brasileira.
Cultivares registradas no Brasil provenientes do PMQS-Bioagro/UFV
Histórico e Atualidades
Década de 1980
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV) foi idealizado em um contexto de expansão da biotecnologia no Brasil e com o propósito de atualização da pesquisa agrária na UFV.
Década de 1980
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV) foi idealizado em um contexto de expansão da biotecnologia no Brasil e com o propósito de atualização da pesquisa agrária na UFV.
Década de 1980
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV) foi idealizado em um contexto de expansão da biotecnologia no Brasil e com o propósito de atualização da pesquisa agrária na UFV.
Década de 1980
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV) foi idealizado em um contexto de expansão da biotecnologia no Brasil e com o propósito de atualização da pesquisa agrária na UFV.
Década de 1980
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV) foi idealizado em um contexto de expansão da biotecnologia no Brasil e com o propósito de atualização da pesquisa agrária na UFV.
Década de 1980
O Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV) foi idealizado em um contexto de expansão da biotecnologia no Brasil e com o propósito de atualização da pesquisa agrária na UFV.
Infraestrutura
Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária - Prédio Sede
Bioagro – Portaria do Instituto. A entrada é pelo edifício sede.
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Interações Planta Praga (INCT - IPP)
INCT (o edifício com a estrutura circular e o Bioagro sede à frente).
O Bioagro (sede e INCT) dispõe em suas instalações:
27 Laboratórios de pesquisa
Sala climatizada para ultrafreezers (sala de culturas)
3 Câmaras de crescimento automatizadas
4 Salas de cultura de tecidos e plantas em condições controladas
5 Casas de vegetação para experimentação, incluindo para OGMs
Sala de Produção e distribuição central de água destilada e câmaras frias (2)
Auditório (80 lugares)
Sala de Reuniões I (108)
Sala de Reuniões II (109)
Laboratórios Associados
Além dos laboratórios instalados no Instituto, o BIOAGRO possui parcerias com laboratórios associados em outros departamentos, sendo eles:
- Departamento de Tecnologia de Alimentos da UFV: Laboratório de Ciência e Tecnologia do Leite e Derivados.
- Departamento de Zootecnia da UFV: Laboratório de Biotecnologia Animal (LABTEC) e Laboratório de Nutrição Animal.
- Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFV: Laboratório de Infectologia Molecular Animal (LIMA).
Governança
A Governança do Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária (Bioagro/UFV)
A trajetória da governança do Bioagro reflete sua maturação e crescente importância estratégica dentro da UFV. Criado em 1988 como Núcleo de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária, era inicialmente um órgão vinculado ao Conselho de Pesquisa da universidade, com a função de gerenciar e executar as pesquisas em biotecnologia.
Em 1998, o Núcleo foi elevado à categoria de Instituto de Biotecnologia Aplicada à Agropecuária, um marco que expandiu seu escopo e autonomia. A consolidação de sua estrutura de governança ocorreu em 2009, quando o Bioagro passou a ser um órgão diretamente vinculado à Reitoria da UFV, e hoje está ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, conforme estabelecido pela Resolução 4/2009 do Conselho Universitário. Essa mudança fortaleceu sua função gerenciadora e executiva, alinhando suas atividades de forma mais direta às estratégias da universidade e ao seu plano de desenvolvimento estratégico. O modelo atual é regido pelo regimento aprovado em 2022, que detalha a organização e as competências de seus órgãos deliberativos e executivos.
A governança do Bioagro é fundamentada em uma estrutura com dois pilares, gestão e administração, que são integradas e projetadas para garantir tanto a deliberação estratégica quanto a gestão executiva eficiente. Os dois pilares centrais dessa estrutura são o Conselho Científico e Administrativo e a Diretoria.
Conselho Científico e Administrativo
Órgão superior com função consultiva e deliberativa. Órgão máximo de deliberação do Bioagro, congregando os líderes das áreas de pesquisa e os coordenadores de laboratórios. Sua função é garantir que as decisões estratégicas reflitam os interesses da comunidade acadêmica e científica do Instituto.
Sua composição é notavelmente representativa, incluindo:
O Diretor do Instituto (como presidente)
Representante da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação
Líderes das áreas de pesquisa/coordenadores de laboratórios
Representantes dos servidores técnico-administrativos
Representantes dos estudantes de pós-graduação e graduação
Essa diversidade de membros assegura que as diferentes perspectivas sejam consideradas nas deliberações. As competências do Conselho são amplas e estratégicas, abrangendo desde a aprovação do plano anual de atividades e do orçamento até a deliberação sobre o planejamento estratégico, a criação ou exclusão de laboratórios, alteração de infraestrutura, deliberação de espaço físico e a proposição de alterações no regimento. O Conselho também é responsável por organizar a lista tríplice para a escolha do Diretor, um mecanismo democrático fundamental para a liderança do instituto.
Diretoria
Órgão superior com função consultiva e deliberativa. Órgão máximo de deliberação do Bioagro, congregando os líderes das áreas de pesquisa e os coordenadores de laboratórios. Sua função é garantir que as decisões estratégicas reflitam os interesses da comunidade acadêmica e científica do Instituto.
Sua composição é notavelmente representativa, incluindo:
O Diretor do Instituto (como presidente)
Representante da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação
Líderes das áreas de pesquisa/coordenadores de laboratórios
Representantes dos servidores técnico-administrativos
Representantes dos estudantes de pós-graduação e graduação
Essa diversidade de membros assegura que as diferentes perspectivas sejam consideradas nas deliberações. As competências do Conselho são amplas e estratégicas, abrangendo desde a aprovação do plano anual de atividades e do orçamento até a deliberação sobre o planejamento estratégico, a criação ou exclusão de laboratórios, alteração de infraestrutura, deliberação de espaço físico e a proposição de alterações no regimento. O Conselho também é responsável por organizar a lista tríplice para a escolha do Diretor, um mecanismo democrático fundamental para a liderança do instituto.
Órgãos de assessoria: Comissões Internas
Órgão superior com função consultiva e deliberativa. Órgão máximo de deliberação do Bioagro, congregando os líderes das áreas de pesquisa e os coordenadores de laboratórios. Sua função é garantir que as decisões estratégicas reflitam os interesses da comunidade acadêmica e científica do Instituto.
Sua composição é notavelmente representativa, incluindo:
O Diretor do Instituto (como presidente)
Representante da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação
Líderes das áreas de pesquisa/coordenadores de laboratórios
Representantes dos servidores técnico-administrativos
Representantes dos estudantes de pós-graduação e graduação
Essa diversidade de membros assegura que as diferentes perspectivas sejam consideradas nas deliberações. As competências do Conselho são amplas e estratégicas, abrangendo desde a aprovação do plano anual de atividades e do orçamento até a deliberação sobre o planejamento estratégico, a criação ou exclusão de laboratórios, alteração de infraestrutura, deliberação de espaço físico e a proposição de alterações no regimento. O Conselho também é responsável por organizar a lista tríplice para a escolha do Diretor, um mecanismo democrático fundamental para a liderança do instituto.
Equipe
dbazzolli@ufv.br
(31) 3612-2455 / (31) 3612-2404
diogo.dias@ufv.br
(31) 3612-2400 - 3612-2403
regiane.vspereira@ufv.br
(31) 3612-2400
Conselho Científico e Administrativo
Representante da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Pró-Reitor Raul Narciso Carvalho Guedes ou assessor.
Representante dos Estudantes de Pós-Graduação Stricto Sensu
Lorena Cornélia Ribeiro - Programa de Pós-graduação em Microbiologia Agrícola
Representante dos Estudantes de Graduação
Luiz Fellipe Rangel de Melo Cotias - Bacharelado em Ciências Biológicas - UFV
Representante dos Servidores Técnico-Administrativos
Nívea Moreira Vieira - DMB